O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), debate na web a Gripe A nesta sexta-feira, dia 26, às 13h, ao vivo, acesse http://www.canalsaude.fiocruz.br/ e participe.
Se preferir, antecipe perguntas pelo correio eletrônico: canal@fiocruz.br .
No programa, a população terá a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a vacina contra o Influenza H1N1, cuja campanha acaba de entrar na segunda fase. Durante duas semanas, até o dia 2 de abril, gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos e doentes crônicos (exceto idosos) receberão as doses da vacina.
Interativo – No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela web, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122.
Convidados – Para esclarecer as dúvidas da população, o programa vai contar com a participação de representantes do Ministério da Saúde entre outros especialistas da área da saúde.
Vacinação – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos. A primeira fase da vacinação começou no dia 8 de março e terminou na última sexta-feira (19), e foi direcionada a indígenas que vivem em aldeias e trabalhadores de serviços de saúde envolvidos diretamente na resposta à pandemia. Nas etapas seguintes, serão vacinados adultos de 20 a 29 anos (5 a 23 de abril); idosos, incluindo os que têm doenças crônicas (24 de abril a 7 de maio) e adultos de 30 a 39 anos (10 a 21 de maio).
A iniciativa da vacinação tem gerado controvérsias, que podem ser notadas pelo grande número de mensagens enviadas através da internet com especulações a respeito da vacina. O programa do Canal Saúde será a oportunidade de esclarecer dúvidas ao vivo.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz.
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terça-feira, 23 de março de 2010
Canal Saúde esclarece dúvidas sobre a Gripe A
O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), debate na web a Gripe A nesta sexta-feira, dia 26, às 13h, ao vivo, acesse http://www.canalsaude.fiocruz.br/ e participe.
Se preferir, antecipe perguntas pelo correio eletrônico: canal@fiocruz.br .
No programa, a população terá a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a vacina contra o Influenza H1N1, cuja campanha acaba de entrar na segunda fase. Durante duas semanas, até o dia 2 de abril, gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos e doentes crônicos (exceto idosos) receberão as doses da vacina.
Interativo – No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela web, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122.
Convidados – Para esclarecer as dúvidas da população, o programa vai contar com a participação de representantes do Ministério da Saúde entre outros especialistas da área da saúde.
Vacinação – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos. A primeira fase da vacinação começou no dia 8 de março e terminou na última sexta-feira (19), e foi direcionada a indígenas que vivem em aldeias e trabalhadores de serviços de saúde envolvidos diretamente na resposta à pandemia. Nas etapas seguintes, serão vacinados adultos de 20 a 29 anos (5 a 23 de abril); idosos, incluindo os que têm doenças crônicas (24 de abril a 7 de maio) e adultos de 30 a 39 anos (10 a 21 de maio).
A iniciativa da vacinação tem gerado controvérsias, que podem ser notadas pelo grande número de mensagens enviadas através da internet com especulações a respeito da vacina. O programa do Canal Saúde será a oportunidade de esclarecer dúvidas ao vivo.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz.
domingo, 21 de março de 2010
Gripe suína. Vale a pena se vacinar?
Por Ney Cavalcanti
Foi com este nome que ficou conhecida a gripe causada pelo vírus Influenza A H1N1.
Até fevereiro deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) contabilizou apenas 16.226 casos de mortes decorrentes deste vírus. Mesmo se considerando que muitas pessoas possam ter morrido, por conta desta doença, sem que aquela Organização tivesse tomado conhecimento, a mortalidade foi extremamente menor, do que se esperava no início da pandemia.
Apenas como comparação 4000 pessoas foram assassinadas em Pernambuco no ano de 2009. Enquanto que apenas 5 casos de morte no Estado, foram atribuídas ao vírus.
Ou seja, um pernambucano quase 1000 vezes mais chance de morrer assassinado, do que por aquela virose.
Outro aspecto importante é que a mortalidade por gripe de uma maneira geral, foi menor no mundo em 2009, ano do surgimento da epidemia, do que em anos anteriores.
A prevalência da doença por outro lado se encontra estável ou diminuindo. As exceções são alguns países do norte da África e da Europa oriental.
Teria a OMS exagerado no destaque que deu a aquela virose, quando do seu surgimento?
Destaque este, que alem se tiver causado grande apreensão nas populações, imputou em muitos gastos. Na defesa da OMS, existe um forte argumento. No início, a epidemia sugeria ser muito grave, acarretando inclusive a morte em crianças, jovens e grávidas, grupos em que raramente ocorre esta terrível complicação com os vírus das gripes comuns. Felizmente esta expectativa não se confirmou.
Os críticos da atuação da OMS, no entanto argumentam que o grande destaque, só ocorreu por conta de a doença acometer indistintamente, pobres e ricos e os jovens. Caso os grupos mais afetados fossem os idosos e ou os pobres, tamanho destaque não teria havido.Lembram inclusive o tratamento que a AIDS (jovens e ricos) e a varíola (pobres) recebem. Alem disso os críticos sugerem ter havido "lobby" por parte dos laboratórios farmacêuticos, em função de lucros, que o futuro tratamento vacinal ofereceria.
A gripe comum também chamada sazonal, por ter um aumento de casos em uns determinados meses, os de menor temperatura. O agente infeccioso é um vírus Influenza dos tipos A, B e raramente C. Como sabemos, dura uns poucos dias e raramente acarreta complicações serias. As complicações estas, que quando ocorrem geralmente se manifestam em indivíduos, com imunidade diminuída: idosos, diabéticos, aidéticos, cancerosos etc.
Por conta disso muitos países, inclusive o Brasil tem programas para vacinar, anualmente estes grupos de pessoas.
A vacinação para este tipo de gripe confere uma imunidade que varia de ano para ano de 40 a 90%. O seu emprego, nestes grupos, conseguiu diminuir a incidência do numero de casos, de complicações e mortalidade, porém a sua eficiência, ainda é menor do que seria desejável.
Nos Estados Unidos, nos últimos anos, se conseguiu aumentar a proporção de idoso vacinado se 25 para 65%. No entanto a diminuição da mortalidade por gripe foi diminuta.
Quanto à vacina do vírus A H1N1 a interrogações são maiores.
Em primeiro lugar, a experiência quanto a sua eficiência e segurança ainda é pequena, em razão do pouco tempo de sua descoberta. A doença não aparece ter uma gravidade maior, na maioria os casos, do que a gripe comum. Inclusive é possível que muitos já a tenhamos tido sem que soubéssemos. O numero de casos não vem aumentando.
Por conta destes aspectos, parte das comunidades médicas e das populações, vem interrogando da validade de se vacinar contra o vírus A H1N1. Como resultado vários países estão com grandes estoques encalhados. Alemanha, Inglaterra, França entre eles a França comprou mais de 50 milhões de doses e só consegui vacinar 5 milhões de pessoas. Está inclusive procurando países para que lhe comprem a sua enorme sobra.
Apesar da experiência destes países, o Brasil já comprou 83 milhões de doses desta vacina tendo gasto mais de um BILHÃO de reais. Cifra esta, superior a destinada a todos os nossos programas vacinais: pólio, difteria,tétano, sarampo, gripe comum etc.
Em um País aonde ainda são escassos os recursos destinados a Saúde, caso a responsabilidade da decisão fosse sua, você faria esta compra? Duvido.
* Postado em:
Vacinação contra o vírus H1N1 - 2a etapa da Campanha Nacional de Vacinação
A partir de amanhã, dia 22 de março, até 02 de abril, a 2a etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o vírus Influenza A H1N1 vacinará gestantes, sendo que as mulheres que engravidarem após esta data poderão ser vacinadas nas outras etapas da campanha, além de crianças de seis meses e menores de dois anos.
No entanto, outras informações a respeito deste tema foram comentadas no meio virtual e repassadas às listas de discussão sobre parto e nascimento no Brasil, confira abaixo e reflita!
Opinião de profissionais altamente qualificados sobre o vírus H1N1 e a vacina
A imprensa e as "autoridades" da saúde neste momento tentam defender a vacinação contra a gripe suína qualificando como rumores e teorias da conspiração as informações que estão assolando a internet neste momento em que o Brasil começa uma vacinação em massa, que deve cobrir mais da metade da população do País.
Para dar mais conteúdo e veracidade a esta montanha de desinformação, leia abaixo opiniões de profissionais altamente qualificados sobre o vírus e a vacina.
Philip Alcabes, PhD
Qualificações: PhD em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins Mestrados em bioquímica e saúde pública. Professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York.
"Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1 que acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas".
Tom Jefferson, médico e epidemiologista
Qualificações: Formado pela Universidade de Pisa na Itália. Professor de Medicina Preventiva no Royal Defence Medical College em Gosport, Inglaterra. Foi diretor da Unidade de Saúde do Exército em Aldershot, Inglaterra. É atualmente coordenador do instituto Cochrane Vaccines Field. É também mestre em Saúde Pública.
"Há toda uma indústria esperando por uma pandemia ocorrer. Desta indústria fazem parte a OMS, os oficiais de saúde pública, virologistas e as companhias farmacêuticas. Eles contruiram esta máquina ao redor das pandemias iminentes. E há muito dinheiro envolvido, e influência, e carreiras, e instituições inteiras. E bastou apenas um destes vírus de gripe sofrer mutação para este maquinário todo começar a funcionar."
"A definição de pandemia foi alterada em Maio de 2009, retirando a parte que se referia a alta mobilidade, grande número de casos graves e mortalidade, de forma que esta nova definição poderia muito bem se encaixar com a gripe sazonal".
Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa
Qualificações: Chefe de saúde do Conselho da Europa. Médico formado pela Universidade de Hamburgo. Pós-graduado em medicina interna e pneumologia, em saúde pública, medicina social, medicina de higiene e ambiental na Alemanha. Formado em epidemiologia pela Universidade Johns Hopkins University em Baltimore, EUA. Professor na Universidade de Flensburg . Presidente do Rheuma-Liga de Schleswig-Holstein.
"O que tivemos foi uma gripe leve - e uma falsa pandemia."
"Para continuar a avançar os seus interesses, as principais fabricantes de medicamentos colocaram 'seu pessoal' nas "engrenagens" da OMS e outras organizações influentes. Essa influência poderia ter conduzido a OMS a suavizar a sua definição de pandemia - levando à declaração de um surto mundial em junho passado."
"A fim de promover os seus medicamentos patenteados e de vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram os cientistas e os órgãos oficiais, responsáveis pelas normas de saúde pública, para alardear os governos pelo mundo inteiro."
Kent Holtorf, médico e doutor
Qualificações: Médico, doutorado em medicina pela Universidade de St. Louis e especialista em doencas infecciosas.
"Eu me preocupo mais com a vacina do que com a gripe suína".
"Timerosal tem mostrado ser causa de autismo em crianças com disfunção mitocondrial".
Ron Paul, médico e membro do congresso americano
Qualificações: Formado em biologia no Gettysburg College. Formado em medicina pela Duke University School of Medicine.
"Na gripe suína de 1976, a gripe veio e a gripe foi embora, e apenas uma pessoa morreu, exceto pelos indivíduos que morreram por terem tomado a vacina, além de muitos que ficaram doentes, até que finalmente tiveram que suspender o programa".
* Matéria traduzida diretamente da CBCNews do Canadá:
Um ano após do primeiro caso humano de gripe H1N1 ser diagnosticado no México, os esforços de saúde pública no mundo inteiro focando campanhas de vacinação têm sido cada vez mais colocados em questão.
Até o dia 7 de março de 2010, 16.713 mortes de pessoas com a gripe suína H1N1 (testadas em laboratório) haviam sido relatadas à Organização Mundial de Saúde, um número muito menor do que muitos temiam. No mundo inteiro, muitos casos não foram nem diagnosticados ou testados.
"O surto de H1N1 foi bastante pequeno", disse Philip Alcabes, PhD em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins, bem como mestrados em bioquímica e saúde pública e professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York.
"Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1", e que "acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas" .
Alcabes insistiu em que a gripe suína foi um fiasco antes que a vacina fosse produzida e, conseqüentemente, fez com que a imunização em massa não fosse mais necessária. As campanhas só aconteceram, disse ele, porque as empresas farmacêuticas, os políticos e os meios de comunicação induziram o pánico de o H1N1 repetiria a mortal pandemia de gripe de 1918.
O especialista disse também que não é claro se a vacina teve qualquer efeito em impedir que o H1N1 se espalhasse.
Fonte:
CBC Canada: H1N1 fears worse than virus, expert says.
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